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miércoles, 23 de diciembre de 2015

Catedral Metropolitana do México - Torres dos sinos (campanário)



Há alguns dias, recebi uma colega de trabalho e a acompanhei a um lugar que me faltava conhecer na cidade: as torres dos sinos da catedral. Num lindo sábado ensolarado, passeamos um pouco pelo Zócalo ou Praça da Constituição (oficialmente) enquanto dava a hora de subir com o guia. 

A igreja oferece passeios guiados a esse setor a cada 40 min - 1 hora. Desde já, é bom saber que você tem que ter fôlego pra chegar até lá em cima, pois a escada é longa e estreita. 

Elaine (SP) e eu contando os degraus para chegar lá em cima. hehehe


Um dos sinos mais antigos. 




Uma primeira igreja foi construída onde hoje é o terreno da Catedral, em 1524 pelo espanhol Hernán Cortés (o Cabral em terras mexicanas).  Pelo tamanho insuficiente da igrejinha decide-se aumentar a estrutura e em 1667 terminam o interior do edifício. Entre 1792 e 1813 o arquiteto e escultor espanhol Manuel Tolsá dá fim aos trabalhos do exterior da Catedral, colocando elementos de estilo neoclássico. 




Vista em direção ao Eje Central. À esquerda, a torre Latinoamericana .
Vista do Zócalo. 


Vista em direção aos vulcões Popocatépetl e Iztaccíhuatl







Vista do Zócalo (praça principal da cidade). 









As torres foram construídas entre 1787 e 1791. As torres têm forma de sino, que termina com uma esfera coroada por uma cruz. Elas têm aproximadamente 67m de altura e cada torre tem espaço para 28 sinos, um total de 56 espaços. Mas atualmente, existem 30 sinos. Cada sino tem um nome e são pesadas em arrobas. O sino mais antigo foi fundida em 1578, é chamado de Santa María de la Asunción, conhecido popularmente como Doña María e pesa cerca de 7 toneladas. 
O sino mais recente foi colocado em 2002 por conta da canonização de Juan Diego e recebeu seu nome. 
Nosso guia e um dos sineiros da Catedral. 
Escada de madeira, original desde a construção, e por conta do desgaste do tempo, não está aberta a visitação. Somente os sineiros têm acesso. 
Esse sino foi amaldiçoado e proibido de ser tocado por algum anos, porque um sineiro foi atingido e mortalmente ferido quando o estava tocando. 








Simbologia dos sinos

Serve para convocar o povo cristão à missa y para sinalizar ou advertir sobre momentos importantes. Por essa razão existem diversos tipos de repiques, como o toque da oração do nascer do sol, meio-dia, três da tarde, por falecimento de personalidades, festejos civis etc. 
Repicam todos os sinos ao mesmo somente em 5 datas do ano: Festa de Corpus Cristi, na noite de 15 de setembro (Independência do México), noite de Natal, missa de Ano Novo e Páscoa. 

Descendo de volta ao Zócalo.

Foi um passeio ótimo, tiramos belas fotos e vimos uma bonita vista da cidade. Valeu a pena e recomendo!

Beijos e até a próxima!






Referência:
Folheto dado na visita.

miércoles, 20 de febrero de 2013

Aventura de bike!


    Hoje (19/02) acordei cedinho para dar aula às 7h numa empresa brasileira que tem filial no México. Quando saí o sol ainda não havia nascido e o frio era intenso, minhas mãos ardiam, tive que guardá-las no casaco.
   
    Depois da aula tinha que me encontrar com minha chefe que disse que iria me buscar. De longe avistei aquela mulher sorridente, em seus trinta e poucos anos, com seus megafones, muito bem acomodada em sua bicicleta. Sim, eu disse BICICLETA! Kkkkk. Pensei cá comigo: “Ok, uma carona, mas onde eu vou?”. Ela pediu minha bolsa e disse: "Pode subir!". Só então percebi o que me esperava:


     Pois é, eu fiquei em pé nisso aí (não sei o nome!) desde o metrô Chapultepec até o meu trabalho (cerca de 3km). Imagina só alguém toda empacotada, óculos escuros (porque o sol não aquece, muitas vezes) apoiada nos diablitos (como chamam aqui) e nos ombros da chefe... kkkkk

     Por onde passávamos, as pessoas nos olhavam, mas não com surpresa, talvez porque não não deva ser una cena estranha para os moradores da colônia (bairro) Roma Sur.                                   
     Nunca tinha feito nada parecido na vida, nem mesmo quando era criança. Foi uma experiência divertida, um misto de medo (afinal estávamos competindo com os carros na avenida), adrenalina, apreciação (dos lugares lindos por onde passamos) e uma estranha sensação de liberdade e aventura.
     A princípio fiquei com vergonha, então pensei com meus botões: "Vergonha de quem, se ninguém me conhece? De que se, não há nada errado?"
     Queria muito ter batido uma foto disso, mas não foi possível. 


     Por falar nisso, no bairro onde vou residir e onde estou trabalhando, há um projeto chamado ECObici (https://www.ecobici.df.gob.mx/home/home.php). É uma tentativa do governo de minimizar o intenso trânsito do Distrito Federal, afinal a população é enorme (8.851. 080 habitantes*) e a quantidade de carros também. Há várias paradas espalhadas pelo bairro. Os "ciclistas" fazem um cartão e retiram uma bicicleta, após 45 min devem devolvê-la, mas podem entregar em outra parada e tomar uma outra bicicleta. Pode-se fazer isso o dia inteiro. Há uma taxa anual para a manutenção do serviço. Vou fazer o meu cartão e sair pedalando... 
     Tenho ouvido bastante dos mexicanos que o transporte público tem melhorado bastante. A cidade conta com Metrobús (somente nas 3 principais avenidas da cidade), metrô (que percorre todo o subsolo da cidade), microônibus (como as topics de Fortaleza, porém mais acabadinhas) e as bicicletinhas... 

Bjos.

*Fonte: Instituto Nacional de Estadística y Geografía (INEGI)

sábado, 12 de enero de 2013

Vista panorámica de Ciudad de México


Um vídeo panorâmico do coração financeiro da Am. Latina

La gran metrópoli Ciudad de México

Mas onde fica o México mesmo, hein?!
Uma colher de chá... hehehe