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viernes, 23 de agosto de 2013

Piquenique de domingo (18/08)

Cuajimalpa é uma das 16 delegações do Distrito Federal mexicano. Nesse lugar se localiza o Parque Nacional Desierto de los Leones. Além do bosque, o Parque conta com um Ex-Convento, túneis subterrâneos, jardins, reservas de veados, restaurante, espaços para exposições e eventos (como casamentos e festivais de música sacra), lojinhas de bugingangas e espaço para picnic com a família e amigos. Em Desierto de los leones são feitas atividades recreativas que vão desde bicicleta de montanha, até caminhadas e dias de campo em família.       

Provavelmente o nome do lugar provém do período colonial quando estas terras estiveram em disputa contra os caciques locais, de sobrenome León. Queriam o lugar pela abundância de água. No entanto há também uma outra vertente que acredita que o nome se deva à presença de felinos no bosque. E a designação deserto por conta da Ordem dos Carmelitas Descalços que estabeleceram um monastério para meditação, retiro e cumprimento de votos.  

Esse foi um dos primeiros parque nacionais do México no início do século XX, e esteve muito ligado ao desenvolvimento da capital do país devido a que desde os tempos do "virreinato", as águas de seus mananciais eram levadas por um aqueduto à cidade. 

Entre colombianos, peruana, boliviano, espanhola e mexicana. A própria salada de sotaques do espanhol. O aqueduto está atrás de nós, ali dois senhores estão lavando as mãos nas águas límpidas do manancial.  
Compramos carne e lá já tem grelhas e mesas, fizemos saladinha, cortamos pão e comemos tudo com refri... Muitas famílias estavam reunidas, desfrutando do clima ameno que esse lugar tem, brincando com o cachorro, fazendo comida juntos, rindo ao redor da mesa durante a refeição... É um lugar realmente muito tranquilo e tão perto da agitação da cidade. É uma espécie de colina, daí sempre faz frio, mesmo estando no verão. 

Depois de comer, decidimos explorar mais o lugar e conhecer as belezas escondidas. Perto de onde estávamos está o Ex-Convento, mas já estava fechado, daí o colega colombiano que estava comigo pediu ao guarda pra tiramos uma foto no jardim, o guarda permitiu. Batemos umas 5 fotos...e ele disse: "A gente podia aproveitar que já tá aqui e entrar pra conhecer o museu, né? Afinal, o máximo que podem fazer é mandarem a gente sair." Fiquei sem saber o que fazer - meu radar de "isso não é certo" começou a apitar -, mas ele tinha razão. 




Entramos pelos corredores vazios do ex-convento e não vimos ninguém. Fomos adentrando cada vez mais e um silêncio aterrador nos tragava pouco a pouco. Deu até um medinho!!! (rsrsrsrsrs)





Há uma lenda que diz que um padre abriu a porta dos fundos do monastério e entrou um lobo raivoso querendo atacá-lo. Então ele se refugiu nesse quarto e começou a rezar e então o lobo se foi.  































Com um colombiano e uma peruana!
Encontramos um parquinho e voltamos aos tempos de infância. (hehehehehehhe)
Bjoks.